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ANS garante plano sem carência para demitidos e aposentados A consciência de que o trabalho dignifica o homem e que por isso deve ser valorizado com respeito é a mensagem da bandeira Força e Fé pelo Trabalho Digno, uma das principais lutas da Força Sindical-RS. A ideia reflete a junção da coletividade com a espiritualidade na batalha por uma vida mais justa e compensadora para o trabalhador. Nessa direção, somos parceiros e solidários com instituições espiritualizadas que busquem o bem estar da humanidade fortalecida em laços de força. “O trabalho digno é um compromisso que vem unindo entidades como a Força Sindical e os segmentos religiosos comprometidos com o bem estar dos trabalhadores”, explica Clàudio Janta, presidente da Força Sindical-RS.
A campanha amplia e valoriza as conquistas da classe trabalhadora gaúcha, em todos os terrenos da vida material e espiritual, sendo o trabalho a base e a sustentabilidade do homem e da mulher que propicia condições mais dignas de vida. A espiritualidade permite que se reflita sobre o nosso papel e futuro em sociedade.
Sabemos que para trabalhar no Brasil é preciso ter força e fé. Ou como já disse o Padre Marcelo Rossi: “As pessoas têm que acreditar que merecem um trabalho digno, com juros e encargos tributários menores, e essa força vem da fé.”
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Movimento une trabalhadores e empresários para pressionar pela queda dos juros A Força Sindical acredita num país melhor, que a redução de impostos poderá gerar mais trabalho e renda. Acreditamos que a força dos trabalhadores está na união, na unidade e na capacidade de mobilização.
A partir desta bandeira, somos contrários à tentativa de ressuscitar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) ou a criação de qualquer outro tributo, visto que o povo brasileiro trabalha até o mês de maio todos os anos só para pagar impostos. Chega de tributos que diminuem o salário do trabalhador! Trata-se de um equívoco insistir no aumento de impostos como forma de resolver os graves problemas do país, como a saúde pública no Estado e nos Municípios. O estado tem que gerir os recursos a partir do trabalho e não taxando o salário dos trabalhadores.
A luta pela aprovação da PEC das 40 horas
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Força Sindical promove manifestação em Brasília A Força Sindical luta há anos pela aprovação da PEC 231/1995, que prevê a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. Esse posicionamento é oriundo da necessidade do mercado de trabalho se readequar às novas realidades do capitalismo contemporâneo, sem exaurir os trabalhadores, gerando emprego e renda a todos. A cada ano, uma extensa agenda de atividades é cumprida pelos sindicalistas em Brasília para convencer os deputados da importância de aprovar a PEC 231/1995 que regulamenta as 40 horas semanais.
A Força Sindical está na estrada para mobilizar os políticos e a população pela redução da jornada de trabalho sem corte salarial. O presidente Janta salienta que o Brasil já passou por grandes crises e que agora é o momento propício para reduzir a jornada e aumentar o número de vagas de emprego, sem diminuir o salário. 'Estamos procurando formas para diminuir o desemprego. Com a redução das horas, está provado que a produtividade aumenta e possibilita que o trabalhador possa se qualificar e, principalmente, passar mais tempo com a família', ressalta o presidente da Força Sindical-RS.
Com o intuito de aprovar a PEC 231, a Força Sindical percorre os Municípios pedindo que os vereadores pressionem os deputados e se aliem à luta dos trabalhadores. Entendemos que os vereadores são o elo com os deputados federais, que irão votar pela agenda de melhor salário e emprego. Além disso, precisamos de saídas para a geração de empregos, e uma grande saída é a redução da jornada.
Desde o século XIX, os trabalhadores têm intensificado a luta pela redução da jornada de trabalho como forma de amenizar o stress e ampliar o tempo disponível para a convivência com a família e realizar outros afazeres. Nas últimas décadas, porém, o aumento do desemprego trouxe mais um motivo para respaldar tal reivindicação: se os ocupados trabalharem menos horas por semana, é possível gerar novas vagas para que mais pessoas trabalhem. Aliás, essa é a principal bandeira de campanha de várias categorias profissionais com data-base no segundo semestre.
A bandeira pelas 40 horas semanais se constituiu em uma das principais reivindicações do movimento sindical do pós-guerra, sobretudo na Europa, e o Brasil, um dos países emergentes mais importantes no atual contexto global, precisa se atualizar. Paulatinamente, diversos países adotaram esse tempo de trabalho, sendo que hoje, em muitos deles, a jornada é inclusive menor.
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Sancionada lei que regulamenta profissão de motorista A regulamentação profissional é o reconhecimento jurídico e oficial de sua profissão. Diversos projetos tramitam no Congresso há anos e requerem a legitimação do exercício de profissões importantes para a sociedade como a de vigilantes, comerciários, designers, entre outras.
Regulamentar as profissões não é favor, é um direito do trabalhador para que possa exercer seu ofício a partir dos preceitos do Trabalho Decente, cuja diretriz prevista em convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT) o Brasil é signatário. Janta destaca que a receptividade de todos os trabalhadores é espantosa, o que gera muitas vezes indignação da classe trabalhadora com os políticos que não reconhecem o trabalho de muitas atividades no país.
“Queremos transformar essas reivindicações históricas em realidade. Com o nosso trabalho, vamos contribuir decisivamente para vencer mais esta desigualdade entre as categorias que não são reconhecidas”, afirma Janta.
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Curso de Cipa do Sindec capacita funcionários da Multinacional Distribuidora de Materiais de Construção A bandeira da Qualificação Profissional também está relacionada ao Trabalho Decente. “A qualificação é uma necessidade primária diante o grande número de desemprego e vagas que estão por serem cobertas, mas que seguem sem solução por falta de mão de obra capacitada. O estudo e a profissão são agentes transformadores da realidade dos jovens e trabalhadores”, diz o presidente Clàudio Janta.
Qualificar é ouvir a sociedade e atender suas reais necessidades, por isso a Força Sindical defende o aperfeiçoamento da atual política de qualificação profissional para que atenda efetivamente aos interesses da sociedade. “Queremos a alteração de algumas regras do CODEFAT - Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador, do Governo Federal, para permitir que sejam realizados cursos para trabalhadores empregados; construção de políticas regionais de qualificação profissional, ouvindo a sociedade para definir as demandas reais dos municípios”, afirma Janta.
Embora seja função do estado proporcionar qualificação para os trabalhadores, a Força Sindical-RS realiza um trabalho social importante, que é promover cursos de qualificação, seja através de aulas ou apostilas, para os trabalhadores filiados.
É importante lembrar que a bandeira de luta se faz mais significativa para os brasileiros diante dos novos empreendimentos e eventos que acontecerão no país e no Estado, como a Copa do Mundo, necessitando urgentemente de qualificação profissional.